Sejam bem-vindos ao meu blog...^.^

Criei este blog para poder mostar um tikim do meu dia a dia!!!!


quinta-feira, 10 de setembro de 2009


Bem, axo que devo desculpas a vc's que acompanham minha fic....me atrasei feio na nova postagem....tava viajando e nem deu tempo de postar, mas estou de voltae com uma novidade....NESSE CAPÍTULO O SEVIE APARECE!!!!!!.......^.^, espero que gostem desse novo capítulo, bjux....
Capítulo IV – O grande castelo: HOGWARTS


Escorada em um das barras de madeira a borda do barco, Sophye começou a pensar
Como seria sua vida em Hogwarts, se faria muitas amizades, mas principalmente se se
daria bem com o tal professor difícil que sua mãe havia lhe dito.

O Tempo passou e ela nem percebeu que havia chegado à escola, estava distraída em seus pensamentos quando Nathaly a chama dizendo que já haviam chegado.

“-Sophye, Chegamos.”

Sophye olha para traz e quase cai dura quando vê o tamanho do castelo que a esperava.

“-Por Merlin, esse castelo é enorme!”- exclamou Sophye com os olhos arregalados fitando o enorme castelo a sua frente.

Desceram do barco e entraram no castelo, ainda boquiabertas, Sophye e Nathaly dirigiram-se para o salão principal onde seria realizada a festa de boas vindas aos alunos novatos, onde aconteceria também a separação dos alunos por casas. Quando estavam saindo do saguão veio-lhes uma menina acompanhada de 2 garotos, um ruivo e um de óculos que tinha uma cicatriz em forma de raio na testa, eram Hermione Granger, Ronald Wesley, Harry Potter.

“-Ola vejo que vocês são novas por aqui, muito prazer sou Hermione Granger, mas pode me chamar de Mione, esses são Harry e Rony.”

“-Ola.”- disseram as duas assentindo com a cabeça.

Saíram os 5, conversando animadamente sem perceber a figura de preto que vinha na direção de Sophye que assim como o indivíduo não prestava atenção no caminho. Foi um choque fortíssimo que foi capaz de jogar Sophye no chão e fazer com que o homem se afastasse bruscamente para traz, irritadíssima Sophye se levanta e limpando-se começa a reclamar. Hermione, Rony, e Harry juntamente com o resto que passava ficaram embasbacados com a audácia da garota em dirigir-se ao homem com o tom de voz tão alto e de um jeito tão intragável como ela falava.

“-Nossa, não olha por onde anda...”- indagava a garota irritadiça enquanto Hermione sem sucesso tentava fazê-la parar.

“-Credo, onde estão seus modos...”

“-Sophye.”- a chamava disfarçadamente.

“-Que coisa mais desagradável...”

“-Sophye!”

“-Caramba, nem pra me ajudar a levantar...”

“-SOPHYE!”- Chamou-a em um tom mais alto dessa vez, mas sem que o sujeito percebesse.

“-Que foi?”- respondeu de um jeito agressivo.

“-Severus Snape.”- o disse tentando alertá-la de quem se tratava.

Na mesma hora lembrou-se da consignação da mãe fazendo com que a menina congelasse, virou-se vagarosamente para o individuo a fim de desculpar-se, quando seus olhos se depararam com 2 olhos negros penetrantes fitando-a com ar de reprovação. Era um homem alto, cabelos negros que iam até um pouco acima dos ombros, olhos pretos, pele clara, vestia-se de trajes pretos dando-lhe um ar de enigmático.

“- Olhem só quem veio me falar de bons modos, a Srta. gentileza.”- indagou Severus com uma das sobrancelhas levantada e com ar de sarcasmo. A voz do sujeito era grave, cortante e ao mesmo tempo dominante que a fazia estremecer por dentro. E completou olhando para Hermione. “-Aprenda a tratar melhor seus amigos e em seguida venha me falar de bons modos mocinha.”

“-Sim senhor, desculpe-me pelo acidente e pelas coisas que lhe falei.”- disse Sophye erguendo a cabeça.

Quando a menina olhou Severus nos olhos foi como se o mar se deparasse com a noite, sentiu-se perdida naqueles olhos que mais parecia dois túneis vazios e escuros e ao mesmo tempo sentiu-se invadida, como se aquele homem estivesse vendo-a por dentro, lendo seus pensamentos. Severus enquanto fitava a menina via a retrato da pureza em seus olhos, olhos azuis que o faziam sentir-se inexplicavelmente inseguro e impotente, olhos azuis como o mar, como o céu.

O Coração de Sophye começou a bater em um ritmo acelerado, suas mãos começaram a suar até que em um súbito click os dois retrocederam a si. Severus sem dizer nada continuou seu caminho indo em direção as masmorras e Sophye continuou ali, detença observando o homem apartar-se deles.

Enquanto seguia para as masmorras, Severus pôs-se a arrazoar quem seria aquela menina. Que foi capaz de fazê-lo se sentir inexplicavelmente incomodado, “-Talvez tenha me sentido atordoado dessa forma por que raramente vejo olhos assim, tão delicados e apreensivos como os dela.”- pensou ele enquanto adentrava em seu dormitório, após entrar conjurou uma banheira de água e tirando a roupa entrou, sentiu o choque térmico que água fria causou ao tocar em seu corpo quente, começou a relaxar até que em um momento vago na mente lembrou-se que o primeiro dia de aula do ano letivo se iniciaria em menos de 24hs fazendo com que seu animo descaísse, lembrou-se que teria de aturar um monte de pivetes e não tão pivetes assim torrando sua tão escassa e preciosa paciência, que teria de passar noites em claro corrigindo trabalhos, que teria de suportar os intragáveis sabe-tudo, os quais têm a mania irritante de se achar melhores que os outros.
Capítulo V – O banquete de boas vindas.


Sophye, Hermione, Rony, Nathaly e Harry entraram no salão e não puderam deixar de reparar na decoração que estava realmente muito bonita, assentaram-se e esperaram a festa começar.

Faltando 15 minutos para a festa, Severus vestiu-se de sua típica e esvoaçante vestimenta preta e dirigiu-se para o salão onde aconteceria a o banquete de boas vindas e a cerimônia de separação dos alunos por casas. “-Já começo a me sentir esgotado e com dor de cabeça ao imaginar a algazarra que esses garotos vão fazer naquela festa.”- pensou ele. Seu desanimo duplicou de tamanho, quando ia se aproximando do salão e ouviu o pandemônio que vinha dali. “-Ai, que Merlin me dê forças pra sobreviver a esta festa.”

Quando a figura de preto abriu a porta, não se ouviu mais palavra, todos os olhos ali presentes contiveram-se nele. Sophye como todos os outros olhou para o homem, fitando-o com ar de pesar. Severus vasculhando cada misero milímetro do ambiente deteve os olhos na menina que como todos os outros encolheu-se em seu assento, em passos largos o homem dirigiu-se até a mesa que era reservada aos professores, sentou-se e conteve-se a somente observar.

Sophye escaneou cada milímetro do recinto e notou que a frente da mesa dos professores havia um banquinho com um chapéu em cima.

“-Pra que serve o banquinho e o chapéu?”- perguntou Sophey pra Hermione.

“-Bom, como você já sabe aqui eles separam os alunos por casas, esse é o chapéu seletor, é ele quem separa os alunos.

“-Como isso funciona?”- perguntou Sophye.

“-Minerva chama os alunos primeiranistas a frente, e um por um se senta no banco, quando você se senta ele coloca o chapéu na sua cabeça e o chapéu diz em qual casa você vai ficar.”

“-Pra qual casa você que ir?”- perguntou Hermione entusiasmada.

“-Pelo que minha mãe me disse a melhor casa para eu ficar é a casa da Grifinória, minha mãe disse que é a melhor casa pra mim, que a casa da Grifinória é a casa dos de bons de coração, corajosos e fieis, e é essa que eu quero ficar!”- disse Sophye com ar de confiança.

“-É a nossa casa, minha, do Rony, e do Harry, se o chapéu te mandar pra cá você pode dividir o dormitório comigo, você também Nathaly.”

“-Eu iria adorar Mione.”- disse Nathaly com um entusiasmo um pouco exagerado chamando a atenção da maioria presente ali.

“-Eu também ia gostar muito, obrigada.”- indagou Sophye com um sorriso nos lábios.

Severus apenas observava os alunos conversarem e sem que percebessem fixou o olhar em Sophye e começou a tentar distinguir o que o fazia se sentir inseguro e impotente, pois nem encarar um dementador frente a frente haviam o deixado daquele jeito.

Dumbledore levantando-se foi até a frente e chamando os primeiranistas começou seu discurso de boas vindas e a apresentação dos professores, após encerrar seu discurso Minerva McGonogall, professora de transfiguração, começou a cerimônia de separação dos alunos, foram todos até chegar a vez de Sophye, sentou-se no banco, Minerva colocou o chapéu em sua cabeça e logo o chapéu começou a falar.

“-Me parece que você é uma menina corajosa, tem bom coração, é leal e companheira, e vejo que você quer ir para Grifinória, então seja como quiser, Grifinória é sua casa.”- disse o chapéu.

Felicíssima Sophye desceu do banco e foi até a mesa que incumbia a sua casa, abraçando seus colegas.
Capítulo VI – O pedido de desculpas.

Severus já cansado despediu-se dos professores ali presentes e retirou-se indo para seus aposentos. Sophye conversava com seus amigos até que notou que Severus estava se retirando, pediu licença e foi até o professor que já se encontrava a porta. Ao se aproximar de Severus Sophye sentiu seu corpo tremer, suas mãos novamente começaram a suar, sentia seu coração batendo aceleradamente parecendo que ia sair do peito. Severus quando percebeu que a menina se aproximava começou a sentir a mesma sensação de insegurança e impotência que outrora sentia quando fixou o olhar na pequena figura de olhos azuis. Chovia bastante naquela noite e juntamente com o atenuado se seguia uma brisa frigida. Sem proteção alguma contra a aragem e o aguaceiro Sophye foi ao encontro do professor.

“-Ola professor Snape, err...... me desculpe pelo acontecido no corredor hoje de manhã, eu estava distraída e...”- nessa hora Severus a interrompeu.

“-Não precisa se desculpar, como a Srta. mesma disse foi um acidente.”- disse fitando a menina nos olhos. Sophye novamente tremeu ao ouvir a voz envolvente do mestre de poções.

“-Que bom que você ......desculpe-me, que o senhor não ficou com raiva de mim, estava muito inquieta quanto a essa questão, se o senhor havia guardado rancor.”- disse a menina aliviada. Severus notou um leve bater de queixo de Sophye por causa do frio então ofereceu sua capa à menina que tremia sobre seu corpo.

“-Guardo rancor apenas de quem fez por merecer, o que não é o seu caso....”- ele mesmo colocou a capa na garota ficando detrás da menina abrindo a capa para que ela colocasse os braços. Enquanto ajeitava a capa ficou tão próximo ao pescoço da garota que pode sentir o aroma doce e suave que derivava dos longos cabelos negros de Sophye, a menina por sua vez também pode sentir seu hálito bafejar-lhe a orelha e o calor do corpo do homem bem próximo ao dela. A respiração da menina foi aos poucos ficando mais fraca. O coração de Severus batia tão forte que parecia que ia explodir dentro do peito, respirava fundo tentando acalmar-se. O silêncio naquele momento era palpável, sem jeito e sem querer perder sua corriqueira postura de ser indiferente e seco com as palavras Severus perguntou de maneira seca o nome da menina. “-Qual seu nome?”- perguntou tentando sem sucesso esconder o constrangimento.

“-Sophye, Sophye Karttcher.”- Disse a menina ainda tentando voltar a respirar.

“-Hum, interessante, sua família é muito conhecida pelos seus conhecimentos em poções.”

“-É verdade! Minha mãe é mesmo muito boa pra mexer com poções, tem uma habilidade imensa.”

E assim seguiram conversando até que notaram que estavam já a frente do salão comunal da Sonserina, Severus despediu-se da garota e foi para seus aposentos, Sophye esquecendo de lhe entregar a capa também se retirou indo para o quarto que dividira com as 2 amigas.

Ao chegar no quarto viu que Hermione e Nathaly a esperavam. As duas garotas fitando a menina que estava sentada a beira de sua cama, notaram que a mesma estava vestida com uma capa preta, mesmo já sabendo de quem era a capa perguntaram.

“-Sophye onde você estava, e de quem é essa capa?”- perguntou Hermione com um ar matreiro.

“-Pois é, também é o que eu quero saber, saiu com o professor naquele dilúvio sem dizer nada e não voltou mais!”- adicionou Nathaly com um olhar buliçoso.

“-Eu fui me desculpar pelo acidente de hoje cedo, daí comecei a sentir frio e ele me ofereceu sua capa, quando nos despedimos ele não se lembrou de pegar a capa comigo e nem eu me lembrei de entregar, satisfeitas?”- disse Sophye com ar de reprovação.

“-Ok, calma, estávamos apenas perguntando.”- disseram as duas com um pequeno ar intragável.

Após encerrar a conversa trocou de roupa e ao tirar a capa lhe veio o perfume dele que estava contido naquela veste preta, era um perfume ligeiramente madeirado, perfume extremamente masculino, sentiu um calor súbito pelo corpo, respirou fundo contou até 10 e conseguiu voltar a si. Deitou-se com o aroma dele ainda em suas narinas e começou a ponderar o que havia naquele homem pra fazer seu coração acelerar daquele jeito, afinal, ele era o carrasco da escola, era conhecido por ser seco, sarcástico e muita das vezes até sem modos, fora o fato de ele ser bem mais velho que ela. Nathaly e Hermione já estavam dormindo e Sophye ainda pensava, mas como todos os outros se deixou levar pelo sono.

Severus ao chegar em seu dormitório conjurou um feitiço que havia criado para destrancar a porta, entrou trocou de roupa, deitou-se em sua cama e ficou refletindo, como ele podia se sentir assim por uma figura tão miúda como ela, que não tinha nem idade, no aroma agradável que vinha de seus cabelos, até ser tomado pelo cansaço.

Na manhã do dia seguinte Sophye levantou-se escovou os dentes, vestiu-se adequadamente, penteou os cabelos, pegou a capa que pertencia a Severus e dirigiu-se para o salão principal, Severus levantou-se, tomou seu costumeiro banho, vestiu sua costumeira vestimenta, mas começou a sentir falta de sua capa, a procurou até se lembrar que à havia emprestado para Sophye, pegou sua varinha que jazia sobre a mesa em seu quarto e também dirigiu-se para o salão. Enquanto seguia pelos corredores de Hogwarts indo em direção ao grande salão, pensava nos quão belos eram os olhos da garota, mas dispersou esses pensamentos com um ligeiro balançar de cabeça. Após ter chegado no grande salão Severus vasculhou o ambiente a fim de achar Sophye que por sinal já estava presente e assentada na mesa que condizia a sua casa.

A menina levantou-se e foi em direção ao professor para lhe entregar a capa. Como já era de costume quando ele entrou todos os olhares se voltaram ao homem que ficou parado na porta escaneando o ambiente como se procurasse alguém ou algo. Ao ter se achegado ao professor gentilmente a menina lhe entregando a capa agradeceu com um doce sorriso nos lábios e os olhos cheios de ternura.

“-Muito obrigada por ter me emprestado sua capa professor, ela me foi de grande serventia.”- disse a menina com os olhos afetuosos em relação ao homem que estava a sua frente.

Severus imediatamente ficou avermelhado e sem jeito por ter todos os olhos presenciando aquela cena, olhou a menina nos olhos, sentindo-se estranhamente incomodado outra vez, pois só agora notara quão belos eram seus lábios que por sinal estavam avermelhados contrastando com sua pele banca e delicada. Ficou por um tempo sem reação, agradeceu pegou a capa e assentiu com a cabeça. Dirigiu-se para sua cadeira de praxe vestindo a capa que havia emprestado a menina, notou que em sua capa havia um agradável aroma, um aroma feminino, ligeiramente doce como se sua capa tivesse tocado delicadamente um corpo perfumado e colhido seu perfume.

Ainda extasiado com o perfume que sentia, assentou-se em sua cadeira com a atenção totalmente voltada para o aroma da capa. Minerva abismada com a cena começou a fazer perguntas para saber o que a garota fazia com a capa do mestre de poções, pois viu a menina sair logo após o professor na noite anterior.

“-Severus, o que a Srta. Karttcher fazia com sua capa?”- perguntou minerva com olhos interrogantes.

“-Eu a emprestei a ela, ontem estava congelando lá fora e chovia muito, a menina estava sem agasalho e batia queixo por causa do vento frio. Então lhe emprestei minha capa e tanto eu como ela nos esquecemos e a capa acabou ficando com a garota.”- disse ele olhando apenas com o canto dos olhos para a mulher que parecia não acreditar que ele seria capaz de tal gentileza.

“-Me desculpe a indiscrição, mas o que ela queria com o você.”- perguntou Minerva. Severus totalmente descontente com a curiosidade da professora de transfiguração responde com ar de reprovação.

“-Ela queria se desculpar pelo acidente que nos ocorrera ontem de manhã no corredor.”- disse com um ar de insatisfação que deu-se a entender que não estava gostando do interrogatório logo de pela manhã.

Minerva calou-se virando para Gilderoy pedindo para que lhe contasse mais uma de suas histórias estapafúrdias.

Quando Sophye retornou a mesa o mesmo se ocorreu da parte dos meninos, os dois Harry e Rony.

“-O que você estava fazendo com a capa do professor?”- perguntou Harry ainda sem entender o que havia acontecido.

“-É, o que foi aquilo, você sorriu pra ele e ele te agradeceu?”- interrogou Rony pasmado com a cena.

“-Ele me emprestou, lá fora estava chovendo e fazendo muito frio, comecei a bater queixo, pois não estava devidamente agasalhada então ele me emprestou sua capa para me aquecer. Nossa o jeito que vocês falam dele dá-se a pensar que ele é um monstro!”

“-E não é?!”- retrucou Rony.

“-Não, bom pelo menos não comigo.”- disse ela pensando na conversa agradável que teve ontem com ele.

“-Só se for com você, pois com o resto ele é totalmente intransigente!”- disse Harry fitando Severus que continuava seu café tranquilamente.

“-Nossa ele foi tão gentil e educado comigo ontem, nem parece esse carrasco que vocês estão falando.”

“-Pois acredite, ele é!”- completou Hermione.
Mais um capítulo fresquinho, e dessa vez não me atrasei pra postar.....espero que apreciem.....; ]....esse tá HOT!!!!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Fan Fic- Inexplicável




Olá, meu nome é Nadyelle e como muitas pessoas por ai gosto de uma boa história, pincipalmente envolvendo romances impossiveis, ao mesmo tempo gosto de escrever e AMO um personagem dos filmes do Harry Potter, entao resolvi unir o útil ao agradável. Fiz esta Fan Fic como forma de expressar esse amor e admiração a esse personagem.

Bom, então boa leitura e espero que agrade...




Essa Fan fic foi criada para um personagem, (da serie de filmes Harry Potter,interpretado por Alan Rickman) que eu amo muito, Severus Snape, mestre de poções em Hogwarts. A criei no intuito de tentar passar para o "papel" tudo o que eu sinto.....espero sinceramente que gostem!...






Fan Fic - Inexplicável


Capítulo I – Grande descoberta....

Foi em um término de quinta-feira, Sophye Karttcher, uma garota comum, 8 anos, pele alva, cabelos negros, olhos azuis como o mar, garota realmente adorável, meiga, gentil e educada.

Aquele parecia um dia como todos os outros, como foi mencionado parecia ser um dia corriqueiro, mas algo estava para acontecer naquela noite.Era uma noite de inverno e nevava muito, mais do que o de costume.

Quando chegou em casa Sophye cumprimentou seu pai que concentradamente lia o jornal, não lhe dando resposta, passou pela cozinha cumprimentando sua mãe que fazia o jantar e dirigiu-se ao seu quarto a fim de tomar banho e trocar de roupa.
Entrando em seu quarto Sophye deixou seus livros em seu criado mudo que jazia ao lado de sua cama, foi até o banheiro tomar seu banho, ao terminar foi até seu quarto colocando uma roupa mais apropriada para dormir, sentou-se em sua cama abrindo um livro sobre a história de um bruxo muito famoso chamado Merlin, o qual conhecia os mistérios do céu e da Terra, da vida e da morte, dos homens e dos Deuses.

Começou a ler o livro e a interessar-se cada vez mais pela história, quando de repente a garota ouviu um barulho que vinha de seu criado mudo, abaixando o livro que estava segurando frente ao rosto, olha para o criado tendo uma surpresa, olhou fixamente para seu livro que jazia sobre o criado fazendo o mesmo levitar sobre a mesinha. Sophye espantada grita pela mãe que vem desesperada ao encontro da filha, a mãe chegando ao quarto da filha pegou o livro que levitava e ainda segurando-o senta-se na cama da garota abraçando-a, tentando acalmá-la.

“-O que aconteceu Sophye?”

“-Não sei maman. Escutei um barulho estranho vindo do criadinho, vi que meu livro se mexia, o olhei por alguns segundos e do nada ele começou a levitar.”- fala a menina ainda chorando.(1)

A mãe da garota a fitava com um ar de compreensão, “-Était sûr que cela se produit plus tard jusqu'à la fin.”- pensou Sra. Melliça.(2)

“-Fille.”- diz Sra. Karttcher – “– A mamãe precisa lhe contar uma história que a muito tempo deveria ter contado... A família da mamãe, herdou um dom muito especial. Todos os membros da família da mamãe tem poderes especiais, nascem com uma certa aptidão pra magia, ou seja, são bruxos. Essa aptidão é passada de geração pra geração, essa aptidão foi passada de sua tataravó pra sua avó, de sua avó pra mim e de mim pra você. (3)

“-Então quer dizer que Je suis une sorcière .”- Disse a menina com um ar de espanto.(4)

“-Exact mon chérie. Mas existe uma escola que lhe ajudará a lhe dar melhor com seus dons, essa escola é Hogwarts, uma escola para bruxos, é a escola de bruxaria e feitiçaria mais tradicional e renomada do mundo.”- após a mãe ter dito aquilo os olhos da menina brilhavam-“Mas tem um porém.”- completou Melliça –“Apenas crianças de 11 à 17 anos podem se matricular nessa escola.”(5)

No mesmo instante o semblante da menina descaiu e junto com o dela o da mãe que tentou consolá-la.

“-Mas não fique triste Sophye, assim que você completar sue 11 anos eu te matricularei.”

Amenina fitando a mãe com ar de reprovação e ao mesmo tempo de compreensão abriu um leve sorriso no canto da boca. Assim que acabaram a conversa dirigiu-se para cozinha logo atrás veio Sophye que ainda enxugando as lágrimas foi ajudar sua mãe colocando a mesa para o jantar.

Quando passava pela sala, seu pai com uma expressão preocupada pergunta o que havia acontecido para que gritasse daquele jeito, Melliça que ia em direção a cozinha parou e em um ato de desespero interrompeu a filha antes que a garota pudesse responder a pergunta do pai, Chamando-a para que lhe ajudasse com a sobremesa.
A menina hesitar foi correndo para a cozinha.

“-Était rien Jhon.”- respondeu Melliça.(6)

Jhon Rosth era um engenheiro frances famosíssimo, o qual havia feito o projeto de quase todas as casas de Miame, casado a mais de 10 anos com Melliça Karttcher, uma bruxa cujo codinome de sua família era bem conhecido na sociedade bruxa por seu amplo conhecimento em poções sejam elas quais for, Melliça escondeu isso de Jhon por muito tempo até que um dia enquanto mexia nas coisas de Melliça, encontrou uma coisa que não esperava encontrar...a varinha e um livro de poções. Gritou raivosamente por Melliça que ao chegar ao quarto foi severamente agredida por Jhon, que desde o falecimento de seus pais após um terrível incidente envolvendo bruxos das trevas Jhon criou uma aversão à magia, especificamente a bruxos, e para não sujar o nome da família que tinha a fama ser a mais calma não reagiu, pois sabia que se ferisse ou matasse Jhon o nome de sua família ia pro fundo do poço, portanto se Jhon descobrir que Sophye nasceu com as mesmas aptidões pra magia que ela seu comportamento iria mudar completamente com relação à menina, iria deixar de ser o esplêndido pai que sempre foi para se tornar o carrasco da filha.

“-Certain Melliça?”- retrucou Jhon com ar de desconfiança.(7)

“-Tenho sim, não foi nada e a propósito, o jantar está quase servido.”- após telo dito seguiu para a cozinha onde Sophye a esperava ansiosamente para preparar a sobremesa. Quando chegou na cozinha aproximou-se da filha e discretamente começou a conversar como que sussurrando sobre o episódio que lhes ocorrera a pouco no quarto.

“-Sophye, quero que me prometa que não vai falar nada do que aconteceu nem nada do que conversamos a pouco para seu pai.”

“-Por que meu pai não pode saber que sou bruxa?”

“-Por que seu pai não vai conseguir aceitar o fato de você ter nascido especial, diferente, e superior a outras crianças!”- explicou Melliça –“-Então. Nous avons combiné?”(8)

“-Oui madame.”- falou Sophye fitando a mãe com ar de decepção.(9)

“-Então vamos comer.”

Não ouviu-se mais palavra nem antes nem depois do jantar, quando o mesmo se deu por encerrado Sophye despedindo-se de seus pais retirou-se para seus aposentos, deitou-se em sua cama, puxou as cobertas e deixou-se levar pelo cansaço do dia exaustivo que teve.


(1) “ Mamãe”- Frances

(2) “Tinha certeza que mais cedo ou mais tarde isso iria acabar acontecendo.”- Frances

(3) “Filha”- Frances

(4) “Eu sou bruxa”- Frances

(5) “Exatamente minha querida”- Frances

(6) “Não foi nada Jonh.”- Frances

(7) “Certeza Melliça?”- Frances

(8) “Estamos combinadas?”- Frances

(9) “Sim senhora”- Frances

Capítulo II – Escolhendo a varinha


O Tempo foi passando e foi ficando cada vez mais difícil de esconde o dom de Sophye, no seu aniversário de 10 anos fez com que os doces e o bolo de aniversário ficassem grudados no teto, obrigando sua tia a usar de magia para desgrudá-los.

2 meses depois na escola, ela fez com que um hamster,na aula de ciência, se transformasse em um cálice deixando todos que estavam em sala sem entender.

Passado-se mais 6 meses, em uma manhã, quando Sra. Karttcher acordou estava com o rosto encostando no teto.

3 meses após o acontecido, enquanto Sophye fazia sua lições de casa, quando se irou com uma conta de aritmética lançou os lápis que estavam na sua bolsinha direto em um quadro de avisos que ficava em seu quarto.

Faltando 2 dias para seu aniversário de 11 anos, Sra. Karttcher levou Sophye a um amigo que era carpinteiro e bruxo para que a menina escolhesse sua varinha, ou melhor, para que sua varinha a escolhesse.

Ao chegarem Sophye notou que se tratava de um lugar antigo, ao seu lado direito tinha uma mesa repleta de varinhas e uma estante com instrumentos de trabalho, ao seu lado esquerdo havia mais instrumentos de trabalho, machados, facas e vários outros, e ao fundo via-se um velho senhor sentado em uma cadeira esculpindo uma varinha. Sra. Karttcher ao vê-lo foi correndo ao seu encontro abraçando-o com uma visível felicidade.

“-Maldoro, mon ami, combien de temps ne pas voir!”- disse Melliça com os olhos mareados.(1)

“-Sra. Melliça Karttcher, Je pensais que j'avais oublié ce vieux magicien!”(2)
“-Como poderia esquecer o homem que esculpiu as varinhas de 2 gerações de minha família, como pude, onde estão meus modos, Sr. Maldoro esta é Sophye, minha filha, Sophye este é o Sr. Maldoro Lafayette.

“-Beacoup de plai sir M. Maldoro”- disse simpaticamente a menina.(3)

“-A propósito eu vim aqui para que essa mocinha pudesse escolher sua varinha.”-disse Melliça.

“-Claro.”- disse o velho bruxo indo em direção as varinhas. “-Venha Sophye, pode escolher.”

Sophye aproximou-se da mesa repleta de varinhas, foi pegando uma a uma, até que uma delas, quando tocada por Sophye começou a brilhar, a menina chamou a mãe para ver o que estava acontecendo.

“-Mãe acho que é essa.”- disse a menina fitando fixamente a varinha que brilhava em sua mão.

Sra. Karttcher aproximando-se da filha também fitando a varinha confirmou assentindo com a cabeça.

“-É essa mesma.”

Após Sophye ter pegado sua varinha, Sra. Karttcher perguntou a Maldoro quanto custava a varinha, mas Maldoro fez questão de lhe fazer um agrado, de lhe dar um presente. Melliça agradeceu o presente, despediu-se de Maldoro e foi embora com Sophye, que por sinal estava vislumbrada com sua varinha e ansiosa com a chegada de seu aniversário e consequentemente sua entrada em Hogwarts.

(1) “-Moldoro, meu amigo, quanto tempo eu não te vejo”- Francês

(2) “-Sra. Melliça Karttcher, pensei que tinha esquecido esse velho bruxo!”- Francês

(3) “-Muito prazer Sr. Maldoro.”- Francês
Capítulo III – O grande dia chegou.


Ao chegar em casa Sophye não pensou duas vezes, dirigiu-se a seus aposentos a fim de fazer as malas pois não queria se atrasar para o momento o qual esperava a 3 anos.

Na manhã de seu aniversário, pouco antes das 07h00min Sophye já estava de pé, indo tomar seu banho e se arrumar para estar mais apresentável para a festa de boas vindas aos primeiranistas.

Quando Melliça acordou e foi até os aposentos de Sophye ficou embasbacada ao ver que a filha já estava com a mala feita, banho tomado, cabelo arrumado e já havia tomado o café da manhã.

Logo após ter encerrado seu café da manhã Sra. Karttcher foi até seu quarto a fim de arrumar-se para levar Sophye a estação ferroviária onde a menina tomaria um trem para Hogwarts. Isso umas 09h00min.

Quando chegaram na estação ferroviária, foram direto para a plataforma onde Sophye embarcaria, a menina ficou sem entender quando sua mãe de repente parou em frente ao que parecia ser uma parede onde estava pendurada uma plaquinha indicando o número de uma plataforma que aparentemente não existia.

“-Por que paramos em frente a uma parede?”- perguntou com ar de reprovação.

“-É aqui, plataforma 9 ¾ .”

“-Mas mãe, é uma parede.”- disse a menina fitando a plataforma que a mãe afirmava que estava lá.

“-Aparentemente sim, mas veja.”- dizendo isso Sra. Karttcher tocou a parede e para a surpresa de Sophye a mão de sua mãe transpassou a parede como se não tivesse nada ali. -“-Legal não?”- completou Melliça esboçando um leve sorriso no canto do rosto.

Sophye ainda tentando entender o que se ocorria diante de seus olhos agarrou firme a mão da mãe e atravessou a parede indo para outra plataforma.

Ao chegar ao outro lado Melliça explicou a Sophye como seria lá e que quando chegasse fosse direto falar com Dumbledore, Melliça deu-lhe um abraço, um beijo na testa, entregou um papel que parecia um manual de instruções e uma carta, e colocou-a dentro do trem que a levaria a Hogwarts.

A menina procurou um lugar para sentar-se, após sentar-se começou a ler um livro e rapidamente pegou no sono. Passaram-se horas, e horas até que o trem parou na estação de Hogsmeade, Sophye desceu começou a se sentir perdida até que lembrou-se do papel que sua mãe havia lhe entregado, tirou-o do bolso, mas quando o abriu viu que não havia nada escrito apenas uma pequena frase escrita no canto inferior do papel que dizia para o tocar o papel com a varinha, tirando a varinha do bolso Sophye fez o que se dizia no papel, após tê-lo tocado começou a aparecer varias palavras confusas que aos poucos começaram a se organizar formando o que podemos chamar de “lista de instruções.”

Nesta lista estavam cada passo que Sophye deveria dar ao chegar a Hogmeade, junto dela tinha mais ou menos 20 crianças que também iam para Hogwarts, quando acabou de ler e ficando com uma cara de quem não estava entendendo nada o que se dizia no papel uma garota que estava junto dela no trem veio em sua direção a fim de cumprimentá-la e fazer amizade, pois assim como Sophye não conhecia ninguém em Hogmeade e nem em Hogwarts, essa garota era Nathaly Collins, mesma idade que Sophye, cabelos castanhos, olhos verdes, pele clara, seu rosto entrepunha simpatia, usava um óculos quadradinho rosa escuro que se enquadrava perfeitamente ao rosto e a pele da menina.

“-Olá, você também vai pra Hogwarts?”- disse Nathaly com olhos cheios de entusiasmo.

“-Vou sim.”- passado alguns instantes Sophye continuava tentando sem sucesso entender o que se dizia no papel, achegou-se a garota que já um pouco distante conversava com um jornaleiro, a fim de que ela percebesse sua imensa dificuldade em decifrar a lista.

“-Err.....qual seu nome?”- perguntou a garota com o rosto vermelho de vergonha.

“-Nathaly.”- respondeu a garota fitando o papel que Sophye segurava e com ar de quem já sabia o que Sophye queria.

“-Bom vejo que esta com uma certa dificuldade de decifrar esse manual, posso ajudá-la?”

“-Se não for muito incomodo.”

“-Claro que não, alias eu também estou meio que perdida aqui sabe.”- disse Nathaly com um sorriso nos lábios. “-Legal, é escrito com tinta especial, invisível, e o papel é mágico, bom é bem complicado mesmo, mas primeiro você tem que ir para o porto onde você deve pegar um barco que te levara até Hogwarts, depois você terá de procurar Dumbledore e entregar a carta que está no bolso direito de seu casaco a ele, não dar trabalho aos professores, tem mais uma recomendação.”- disse à menina que segurava o papel.

“-Qual?”- perguntou Sophye com ar preocupado.

“-Evitar ao máximo contendas com um professor em especial, Severus Snape, aqui está escrito que ele é uma pessoa de difícil convivência e é considerado o carrasco da escola toda!”- disse a menina com os olhos estatelados e arregalados.Completou rindo.

“-É acho que esses 7 anos em Hogwarts vão ser os anos mais difíceis da minha vida.”

“-Por quê?”- perguntou Sophye.

“-Eu também não sou das mais fáceis de conviver!”- indagou Nathaly com uma das sobrancelhas levantada e com um leve sorriso no rosto.

As duas segurando o riso foram para o porto onde pegaram o barco que as levariam para Hogwarts.
Espero que o inicio os tenha agradado. Irei postar por capítulos, 1 capítulo por semana, ok! ;)


Os primeiros capítulos vão narrar a hitória da personagem criada por mim que eventualmente vai se apaixonar por Severus que vai entrar um pouquinho mais a frente na história....mas aguardem, logo, logo ele vai aparecer!!!


Semana que vem posto mais....bjos a todos os que leram e por favor COMENTEM!!!


Obs:Quando aparecer alguma frase ou palavra em outro idioma sempre vai ter a legenda no final do capítulo com um numero condisente ao numero no final da frase!!!