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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Fan Fic- Inexplicável




Olá, meu nome é Nadyelle e como muitas pessoas por ai gosto de uma boa história, pincipalmente envolvendo romances impossiveis, ao mesmo tempo gosto de escrever e AMO um personagem dos filmes do Harry Potter, entao resolvi unir o útil ao agradável. Fiz esta Fan Fic como forma de expressar esse amor e admiração a esse personagem.

Bom, então boa leitura e espero que agrade...




Essa Fan fic foi criada para um personagem, (da serie de filmes Harry Potter,interpretado por Alan Rickman) que eu amo muito, Severus Snape, mestre de poções em Hogwarts. A criei no intuito de tentar passar para o "papel" tudo o que eu sinto.....espero sinceramente que gostem!...






Fan Fic - Inexplicável


Capítulo I – Grande descoberta....

Foi em um término de quinta-feira, Sophye Karttcher, uma garota comum, 8 anos, pele alva, cabelos negros, olhos azuis como o mar, garota realmente adorável, meiga, gentil e educada.

Aquele parecia um dia como todos os outros, como foi mencionado parecia ser um dia corriqueiro, mas algo estava para acontecer naquela noite.Era uma noite de inverno e nevava muito, mais do que o de costume.

Quando chegou em casa Sophye cumprimentou seu pai que concentradamente lia o jornal, não lhe dando resposta, passou pela cozinha cumprimentando sua mãe que fazia o jantar e dirigiu-se ao seu quarto a fim de tomar banho e trocar de roupa.
Entrando em seu quarto Sophye deixou seus livros em seu criado mudo que jazia ao lado de sua cama, foi até o banheiro tomar seu banho, ao terminar foi até seu quarto colocando uma roupa mais apropriada para dormir, sentou-se em sua cama abrindo um livro sobre a história de um bruxo muito famoso chamado Merlin, o qual conhecia os mistérios do céu e da Terra, da vida e da morte, dos homens e dos Deuses.

Começou a ler o livro e a interessar-se cada vez mais pela história, quando de repente a garota ouviu um barulho que vinha de seu criado mudo, abaixando o livro que estava segurando frente ao rosto, olha para o criado tendo uma surpresa, olhou fixamente para seu livro que jazia sobre o criado fazendo o mesmo levitar sobre a mesinha. Sophye espantada grita pela mãe que vem desesperada ao encontro da filha, a mãe chegando ao quarto da filha pegou o livro que levitava e ainda segurando-o senta-se na cama da garota abraçando-a, tentando acalmá-la.

“-O que aconteceu Sophye?”

“-Não sei maman. Escutei um barulho estranho vindo do criadinho, vi que meu livro se mexia, o olhei por alguns segundos e do nada ele começou a levitar.”- fala a menina ainda chorando.(1)

A mãe da garota a fitava com um ar de compreensão, “-Était sûr que cela se produit plus tard jusqu'à la fin.”- pensou Sra. Melliça.(2)

“-Fille.”- diz Sra. Karttcher – “– A mamãe precisa lhe contar uma história que a muito tempo deveria ter contado... A família da mamãe, herdou um dom muito especial. Todos os membros da família da mamãe tem poderes especiais, nascem com uma certa aptidão pra magia, ou seja, são bruxos. Essa aptidão é passada de geração pra geração, essa aptidão foi passada de sua tataravó pra sua avó, de sua avó pra mim e de mim pra você. (3)

“-Então quer dizer que Je suis une sorcière .”- Disse a menina com um ar de espanto.(4)

“-Exact mon chérie. Mas existe uma escola que lhe ajudará a lhe dar melhor com seus dons, essa escola é Hogwarts, uma escola para bruxos, é a escola de bruxaria e feitiçaria mais tradicional e renomada do mundo.”- após a mãe ter dito aquilo os olhos da menina brilhavam-“Mas tem um porém.”- completou Melliça –“Apenas crianças de 11 à 17 anos podem se matricular nessa escola.”(5)

No mesmo instante o semblante da menina descaiu e junto com o dela o da mãe que tentou consolá-la.

“-Mas não fique triste Sophye, assim que você completar sue 11 anos eu te matricularei.”

Amenina fitando a mãe com ar de reprovação e ao mesmo tempo de compreensão abriu um leve sorriso no canto da boca. Assim que acabaram a conversa dirigiu-se para cozinha logo atrás veio Sophye que ainda enxugando as lágrimas foi ajudar sua mãe colocando a mesa para o jantar.

Quando passava pela sala, seu pai com uma expressão preocupada pergunta o que havia acontecido para que gritasse daquele jeito, Melliça que ia em direção a cozinha parou e em um ato de desespero interrompeu a filha antes que a garota pudesse responder a pergunta do pai, Chamando-a para que lhe ajudasse com a sobremesa.
A menina hesitar foi correndo para a cozinha.

“-Était rien Jhon.”- respondeu Melliça.(6)

Jhon Rosth era um engenheiro frances famosíssimo, o qual havia feito o projeto de quase todas as casas de Miame, casado a mais de 10 anos com Melliça Karttcher, uma bruxa cujo codinome de sua família era bem conhecido na sociedade bruxa por seu amplo conhecimento em poções sejam elas quais for, Melliça escondeu isso de Jhon por muito tempo até que um dia enquanto mexia nas coisas de Melliça, encontrou uma coisa que não esperava encontrar...a varinha e um livro de poções. Gritou raivosamente por Melliça que ao chegar ao quarto foi severamente agredida por Jhon, que desde o falecimento de seus pais após um terrível incidente envolvendo bruxos das trevas Jhon criou uma aversão à magia, especificamente a bruxos, e para não sujar o nome da família que tinha a fama ser a mais calma não reagiu, pois sabia que se ferisse ou matasse Jhon o nome de sua família ia pro fundo do poço, portanto se Jhon descobrir que Sophye nasceu com as mesmas aptidões pra magia que ela seu comportamento iria mudar completamente com relação à menina, iria deixar de ser o esplêndido pai que sempre foi para se tornar o carrasco da filha.

“-Certain Melliça?”- retrucou Jhon com ar de desconfiança.(7)

“-Tenho sim, não foi nada e a propósito, o jantar está quase servido.”- após telo dito seguiu para a cozinha onde Sophye a esperava ansiosamente para preparar a sobremesa. Quando chegou na cozinha aproximou-se da filha e discretamente começou a conversar como que sussurrando sobre o episódio que lhes ocorrera a pouco no quarto.

“-Sophye, quero que me prometa que não vai falar nada do que aconteceu nem nada do que conversamos a pouco para seu pai.”

“-Por que meu pai não pode saber que sou bruxa?”

“-Por que seu pai não vai conseguir aceitar o fato de você ter nascido especial, diferente, e superior a outras crianças!”- explicou Melliça –“-Então. Nous avons combiné?”(8)

“-Oui madame.”- falou Sophye fitando a mãe com ar de decepção.(9)

“-Então vamos comer.”

Não ouviu-se mais palavra nem antes nem depois do jantar, quando o mesmo se deu por encerrado Sophye despedindo-se de seus pais retirou-se para seus aposentos, deitou-se em sua cama, puxou as cobertas e deixou-se levar pelo cansaço do dia exaustivo que teve.


(1) “ Mamãe”- Frances

(2) “Tinha certeza que mais cedo ou mais tarde isso iria acabar acontecendo.”- Frances

(3) “Filha”- Frances

(4) “Eu sou bruxa”- Frances

(5) “Exatamente minha querida”- Frances

(6) “Não foi nada Jonh.”- Frances

(7) “Certeza Melliça?”- Frances

(8) “Estamos combinadas?”- Frances

(9) “Sim senhora”- Frances

Capítulo II – Escolhendo a varinha


O Tempo foi passando e foi ficando cada vez mais difícil de esconde o dom de Sophye, no seu aniversário de 10 anos fez com que os doces e o bolo de aniversário ficassem grudados no teto, obrigando sua tia a usar de magia para desgrudá-los.

2 meses depois na escola, ela fez com que um hamster,na aula de ciência, se transformasse em um cálice deixando todos que estavam em sala sem entender.

Passado-se mais 6 meses, em uma manhã, quando Sra. Karttcher acordou estava com o rosto encostando no teto.

3 meses após o acontecido, enquanto Sophye fazia sua lições de casa, quando se irou com uma conta de aritmética lançou os lápis que estavam na sua bolsinha direto em um quadro de avisos que ficava em seu quarto.

Faltando 2 dias para seu aniversário de 11 anos, Sra. Karttcher levou Sophye a um amigo que era carpinteiro e bruxo para que a menina escolhesse sua varinha, ou melhor, para que sua varinha a escolhesse.

Ao chegarem Sophye notou que se tratava de um lugar antigo, ao seu lado direito tinha uma mesa repleta de varinhas e uma estante com instrumentos de trabalho, ao seu lado esquerdo havia mais instrumentos de trabalho, machados, facas e vários outros, e ao fundo via-se um velho senhor sentado em uma cadeira esculpindo uma varinha. Sra. Karttcher ao vê-lo foi correndo ao seu encontro abraçando-o com uma visível felicidade.

“-Maldoro, mon ami, combien de temps ne pas voir!”- disse Melliça com os olhos mareados.(1)

“-Sra. Melliça Karttcher, Je pensais que j'avais oublié ce vieux magicien!”(2)
“-Como poderia esquecer o homem que esculpiu as varinhas de 2 gerações de minha família, como pude, onde estão meus modos, Sr. Maldoro esta é Sophye, minha filha, Sophye este é o Sr. Maldoro Lafayette.

“-Beacoup de plai sir M. Maldoro”- disse simpaticamente a menina.(3)

“-A propósito eu vim aqui para que essa mocinha pudesse escolher sua varinha.”-disse Melliça.

“-Claro.”- disse o velho bruxo indo em direção as varinhas. “-Venha Sophye, pode escolher.”

Sophye aproximou-se da mesa repleta de varinhas, foi pegando uma a uma, até que uma delas, quando tocada por Sophye começou a brilhar, a menina chamou a mãe para ver o que estava acontecendo.

“-Mãe acho que é essa.”- disse a menina fitando fixamente a varinha que brilhava em sua mão.

Sra. Karttcher aproximando-se da filha também fitando a varinha confirmou assentindo com a cabeça.

“-É essa mesma.”

Após Sophye ter pegado sua varinha, Sra. Karttcher perguntou a Maldoro quanto custava a varinha, mas Maldoro fez questão de lhe fazer um agrado, de lhe dar um presente. Melliça agradeceu o presente, despediu-se de Maldoro e foi embora com Sophye, que por sinal estava vislumbrada com sua varinha e ansiosa com a chegada de seu aniversário e consequentemente sua entrada em Hogwarts.

(1) “-Moldoro, meu amigo, quanto tempo eu não te vejo”- Francês

(2) “-Sra. Melliça Karttcher, pensei que tinha esquecido esse velho bruxo!”- Francês

(3) “-Muito prazer Sr. Maldoro.”- Francês
Capítulo III – O grande dia chegou.


Ao chegar em casa Sophye não pensou duas vezes, dirigiu-se a seus aposentos a fim de fazer as malas pois não queria se atrasar para o momento o qual esperava a 3 anos.

Na manhã de seu aniversário, pouco antes das 07h00min Sophye já estava de pé, indo tomar seu banho e se arrumar para estar mais apresentável para a festa de boas vindas aos primeiranistas.

Quando Melliça acordou e foi até os aposentos de Sophye ficou embasbacada ao ver que a filha já estava com a mala feita, banho tomado, cabelo arrumado e já havia tomado o café da manhã.

Logo após ter encerrado seu café da manhã Sra. Karttcher foi até seu quarto a fim de arrumar-se para levar Sophye a estação ferroviária onde a menina tomaria um trem para Hogwarts. Isso umas 09h00min.

Quando chegaram na estação ferroviária, foram direto para a plataforma onde Sophye embarcaria, a menina ficou sem entender quando sua mãe de repente parou em frente ao que parecia ser uma parede onde estava pendurada uma plaquinha indicando o número de uma plataforma que aparentemente não existia.

“-Por que paramos em frente a uma parede?”- perguntou com ar de reprovação.

“-É aqui, plataforma 9 ¾ .”

“-Mas mãe, é uma parede.”- disse a menina fitando a plataforma que a mãe afirmava que estava lá.

“-Aparentemente sim, mas veja.”- dizendo isso Sra. Karttcher tocou a parede e para a surpresa de Sophye a mão de sua mãe transpassou a parede como se não tivesse nada ali. -“-Legal não?”- completou Melliça esboçando um leve sorriso no canto do rosto.

Sophye ainda tentando entender o que se ocorria diante de seus olhos agarrou firme a mão da mãe e atravessou a parede indo para outra plataforma.

Ao chegar ao outro lado Melliça explicou a Sophye como seria lá e que quando chegasse fosse direto falar com Dumbledore, Melliça deu-lhe um abraço, um beijo na testa, entregou um papel que parecia um manual de instruções e uma carta, e colocou-a dentro do trem que a levaria a Hogwarts.

A menina procurou um lugar para sentar-se, após sentar-se começou a ler um livro e rapidamente pegou no sono. Passaram-se horas, e horas até que o trem parou na estação de Hogsmeade, Sophye desceu começou a se sentir perdida até que lembrou-se do papel que sua mãe havia lhe entregado, tirou-o do bolso, mas quando o abriu viu que não havia nada escrito apenas uma pequena frase escrita no canto inferior do papel que dizia para o tocar o papel com a varinha, tirando a varinha do bolso Sophye fez o que se dizia no papel, após tê-lo tocado começou a aparecer varias palavras confusas que aos poucos começaram a se organizar formando o que podemos chamar de “lista de instruções.”

Nesta lista estavam cada passo que Sophye deveria dar ao chegar a Hogmeade, junto dela tinha mais ou menos 20 crianças que também iam para Hogwarts, quando acabou de ler e ficando com uma cara de quem não estava entendendo nada o que se dizia no papel uma garota que estava junto dela no trem veio em sua direção a fim de cumprimentá-la e fazer amizade, pois assim como Sophye não conhecia ninguém em Hogmeade e nem em Hogwarts, essa garota era Nathaly Collins, mesma idade que Sophye, cabelos castanhos, olhos verdes, pele clara, seu rosto entrepunha simpatia, usava um óculos quadradinho rosa escuro que se enquadrava perfeitamente ao rosto e a pele da menina.

“-Olá, você também vai pra Hogwarts?”- disse Nathaly com olhos cheios de entusiasmo.

“-Vou sim.”- passado alguns instantes Sophye continuava tentando sem sucesso entender o que se dizia no papel, achegou-se a garota que já um pouco distante conversava com um jornaleiro, a fim de que ela percebesse sua imensa dificuldade em decifrar a lista.

“-Err.....qual seu nome?”- perguntou a garota com o rosto vermelho de vergonha.

“-Nathaly.”- respondeu a garota fitando o papel que Sophye segurava e com ar de quem já sabia o que Sophye queria.

“-Bom vejo que esta com uma certa dificuldade de decifrar esse manual, posso ajudá-la?”

“-Se não for muito incomodo.”

“-Claro que não, alias eu também estou meio que perdida aqui sabe.”- disse Nathaly com um sorriso nos lábios. “-Legal, é escrito com tinta especial, invisível, e o papel é mágico, bom é bem complicado mesmo, mas primeiro você tem que ir para o porto onde você deve pegar um barco que te levara até Hogwarts, depois você terá de procurar Dumbledore e entregar a carta que está no bolso direito de seu casaco a ele, não dar trabalho aos professores, tem mais uma recomendação.”- disse à menina que segurava o papel.

“-Qual?”- perguntou Sophye com ar preocupado.

“-Evitar ao máximo contendas com um professor em especial, Severus Snape, aqui está escrito que ele é uma pessoa de difícil convivência e é considerado o carrasco da escola toda!”- disse a menina com os olhos estatelados e arregalados.Completou rindo.

“-É acho que esses 7 anos em Hogwarts vão ser os anos mais difíceis da minha vida.”

“-Por quê?”- perguntou Sophye.

“-Eu também não sou das mais fáceis de conviver!”- indagou Nathaly com uma das sobrancelhas levantada e com um leve sorriso no rosto.

As duas segurando o riso foram para o porto onde pegaram o barco que as levariam para Hogwarts.
Espero que o inicio os tenha agradado. Irei postar por capítulos, 1 capítulo por semana, ok! ;)


Os primeiros capítulos vão narrar a hitória da personagem criada por mim que eventualmente vai se apaixonar por Severus que vai entrar um pouquinho mais a frente na história....mas aguardem, logo, logo ele vai aparecer!!!


Semana que vem posto mais....bjos a todos os que leram e por favor COMENTEM!!!


Obs:Quando aparecer alguma frase ou palavra em outro idioma sempre vai ter a legenda no final do capítulo com um numero condisente ao numero no final da frase!!!









Um comentário:

  1. Menina, toh adorando sua fic...
    muito bem escrita, e toh amando o francês, vejo que vc entende muito sobre o assunto. *-*

    Vou aguardar, enquanto o Sev não chega. rsrsrsrs
    mas vou continuar acompanhando sempre.


    Bjão, e muita inspiração pra vc.

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