
Bem, axo que devo desculpas a vc's que acompanham minha fic....me atrasei feio na nova postagem....tava viajando e nem deu tempo de postar, mas estou de voltae com uma novidade....NESSE CAPÍTULO O SEVIE APARECE!!!!!!.......^.^, espero que gostem desse novo capítulo, bjux....
Capítulo IV – O grande castelo: HOGWARTS
Escorada em um das barras de madeira a borda do barco, Sophye começou a pensar
Como seria sua vida em Hogwarts, se faria muitas amizades, mas principalmente se se
daria bem com o tal professor difícil que sua mãe havia lhe dito.
O Tempo passou e ela nem percebeu que havia chegado à escola, estava distraída em seus pensamentos quando Nathaly a chama dizendo que já haviam chegado.
“-Sophye, Chegamos.”
Sophye olha para traz e quase cai dura quando vê o tamanho do castelo que a esperava.
“-Por Merlin, esse castelo é enorme!”- exclamou Sophye com os olhos arregalados fitando o enorme castelo a sua frente.
Desceram do barco e entraram no castelo, ainda boquiabertas, Sophye e Nathaly dirigiram-se para o salão principal onde seria realizada a festa de boas vindas aos alunos novatos, onde aconteceria também a separação dos alunos por casas. Quando estavam saindo do saguão veio-lhes uma menina acompanhada de 2 garotos, um ruivo e um de óculos que tinha uma cicatriz em forma de raio na testa, eram Hermione Granger, Ronald Wesley, Harry Potter.
“-Ola vejo que vocês são novas por aqui, muito prazer sou Hermione Granger, mas pode me chamar de Mione, esses são Harry e Rony.”
“-Ola.”- disseram as duas assentindo com a cabeça.
Saíram os 5, conversando animadamente sem perceber a figura de preto que vinha na direção de Sophye que assim como o indivíduo não prestava atenção no caminho. Foi um choque fortíssimo que foi capaz de jogar Sophye no chão e fazer com que o homem se afastasse bruscamente para traz, irritadíssima Sophye se levanta e limpando-se começa a reclamar. Hermione, Rony, e Harry juntamente com o resto que passava ficaram embasbacados com a audácia da garota em dirigir-se ao homem com o tom de voz tão alto e de um jeito tão intragável como ela falava.
“-Nossa, não olha por onde anda...”- indagava a garota irritadiça enquanto Hermione sem sucesso tentava fazê-la parar.
“-Credo, onde estão seus modos...”
“-Sophye.”- a chamava disfarçadamente.
“-Que coisa mais desagradável...”
“-Sophye!”
“-Caramba, nem pra me ajudar a levantar...”
“-SOPHYE!”- Chamou-a em um tom mais alto dessa vez, mas sem que o sujeito percebesse.
“-Que foi?”- respondeu de um jeito agressivo.
“-Severus Snape.”- o disse tentando alertá-la de quem se tratava.
Na mesma hora lembrou-se da consignação da mãe fazendo com que a menina congelasse, virou-se vagarosamente para o individuo a fim de desculpar-se, quando seus olhos se depararam com 2 olhos negros penetrantes fitando-a com ar de reprovação. Era um homem alto, cabelos negros que iam até um pouco acima dos ombros, olhos pretos, pele clara, vestia-se de trajes pretos dando-lhe um ar de enigmático.
“- Olhem só quem veio me falar de bons modos, a Srta. gentileza.”- indagou Severus com uma das sobrancelhas levantada e com ar de sarcasmo. A voz do sujeito era grave, cortante e ao mesmo tempo dominante que a fazia estremecer por dentro. E completou olhando para Hermione. “-Aprenda a tratar melhor seus amigos e em seguida venha me falar de bons modos mocinha.”
“-Sim senhor, desculpe-me pelo acidente e pelas coisas que lhe falei.”- disse Sophye erguendo a cabeça.
Quando a menina olhou Severus nos olhos foi como se o mar se deparasse com a noite, sentiu-se perdida naqueles olhos que mais parecia dois túneis vazios e escuros e ao mesmo tempo sentiu-se invadida, como se aquele homem estivesse vendo-a por dentro, lendo seus pensamentos. Severus enquanto fitava a menina via a retrato da pureza em seus olhos, olhos azuis que o faziam sentir-se inexplicavelmente inseguro e impotente, olhos azuis como o mar, como o céu.
O Coração de Sophye começou a bater em um ritmo acelerado, suas mãos começaram a suar até que em um súbito click os dois retrocederam a si. Severus sem dizer nada continuou seu caminho indo em direção as masmorras e Sophye continuou ali, detença observando o homem apartar-se deles.
Enquanto seguia para as masmorras, Severus pôs-se a arrazoar quem seria aquela menina. Que foi capaz de fazê-lo se sentir inexplicavelmente incomodado, “-Talvez tenha me sentido atordoado dessa forma por que raramente vejo olhos assim, tão delicados e apreensivos como os dela.”- pensou ele enquanto adentrava em seu dormitório, após entrar conjurou uma banheira de água e tirando a roupa entrou, sentiu o choque térmico que água fria causou ao tocar em seu corpo quente, começou a relaxar até que em um momento vago na mente lembrou-se que o primeiro dia de aula do ano letivo se iniciaria em menos de 24hs fazendo com que seu animo descaísse, lembrou-se que teria de aturar um monte de pivetes e não tão pivetes assim torrando sua tão escassa e preciosa paciência, que teria de passar noites em claro corrigindo trabalhos, que teria de suportar os intragáveis sabe-tudo, os quais têm a mania irritante de se achar melhores que os outros.
Escorada em um das barras de madeira a borda do barco, Sophye começou a pensar
Como seria sua vida em Hogwarts, se faria muitas amizades, mas principalmente se se
daria bem com o tal professor difícil que sua mãe havia lhe dito.
O Tempo passou e ela nem percebeu que havia chegado à escola, estava distraída em seus pensamentos quando Nathaly a chama dizendo que já haviam chegado.
“-Sophye, Chegamos.”
Sophye olha para traz e quase cai dura quando vê o tamanho do castelo que a esperava.
“-Por Merlin, esse castelo é enorme!”- exclamou Sophye com os olhos arregalados fitando o enorme castelo a sua frente.
Desceram do barco e entraram no castelo, ainda boquiabertas, Sophye e Nathaly dirigiram-se para o salão principal onde seria realizada a festa de boas vindas aos alunos novatos, onde aconteceria também a separação dos alunos por casas. Quando estavam saindo do saguão veio-lhes uma menina acompanhada de 2 garotos, um ruivo e um de óculos que tinha uma cicatriz em forma de raio na testa, eram Hermione Granger, Ronald Wesley, Harry Potter.
“-Ola vejo que vocês são novas por aqui, muito prazer sou Hermione Granger, mas pode me chamar de Mione, esses são Harry e Rony.”
“-Ola.”- disseram as duas assentindo com a cabeça.
Saíram os 5, conversando animadamente sem perceber a figura de preto que vinha na direção de Sophye que assim como o indivíduo não prestava atenção no caminho. Foi um choque fortíssimo que foi capaz de jogar Sophye no chão e fazer com que o homem se afastasse bruscamente para traz, irritadíssima Sophye se levanta e limpando-se começa a reclamar. Hermione, Rony, e Harry juntamente com o resto que passava ficaram embasbacados com a audácia da garota em dirigir-se ao homem com o tom de voz tão alto e de um jeito tão intragável como ela falava.
“-Nossa, não olha por onde anda...”- indagava a garota irritadiça enquanto Hermione sem sucesso tentava fazê-la parar.
“-Credo, onde estão seus modos...”
“-Sophye.”- a chamava disfarçadamente.
“-Que coisa mais desagradável...”
“-Sophye!”
“-Caramba, nem pra me ajudar a levantar...”
“-SOPHYE!”- Chamou-a em um tom mais alto dessa vez, mas sem que o sujeito percebesse.
“-Que foi?”- respondeu de um jeito agressivo.
“-Severus Snape.”- o disse tentando alertá-la de quem se tratava.
Na mesma hora lembrou-se da consignação da mãe fazendo com que a menina congelasse, virou-se vagarosamente para o individuo a fim de desculpar-se, quando seus olhos se depararam com 2 olhos negros penetrantes fitando-a com ar de reprovação. Era um homem alto, cabelos negros que iam até um pouco acima dos ombros, olhos pretos, pele clara, vestia-se de trajes pretos dando-lhe um ar de enigmático.
“- Olhem só quem veio me falar de bons modos, a Srta. gentileza.”- indagou Severus com uma das sobrancelhas levantada e com ar de sarcasmo. A voz do sujeito era grave, cortante e ao mesmo tempo dominante que a fazia estremecer por dentro. E completou olhando para Hermione. “-Aprenda a tratar melhor seus amigos e em seguida venha me falar de bons modos mocinha.”
“-Sim senhor, desculpe-me pelo acidente e pelas coisas que lhe falei.”- disse Sophye erguendo a cabeça.
Quando a menina olhou Severus nos olhos foi como se o mar se deparasse com a noite, sentiu-se perdida naqueles olhos que mais parecia dois túneis vazios e escuros e ao mesmo tempo sentiu-se invadida, como se aquele homem estivesse vendo-a por dentro, lendo seus pensamentos. Severus enquanto fitava a menina via a retrato da pureza em seus olhos, olhos azuis que o faziam sentir-se inexplicavelmente inseguro e impotente, olhos azuis como o mar, como o céu.
O Coração de Sophye começou a bater em um ritmo acelerado, suas mãos começaram a suar até que em um súbito click os dois retrocederam a si. Severus sem dizer nada continuou seu caminho indo em direção as masmorras e Sophye continuou ali, detença observando o homem apartar-se deles.
Enquanto seguia para as masmorras, Severus pôs-se a arrazoar quem seria aquela menina. Que foi capaz de fazê-lo se sentir inexplicavelmente incomodado, “-Talvez tenha me sentido atordoado dessa forma por que raramente vejo olhos assim, tão delicados e apreensivos como os dela.”- pensou ele enquanto adentrava em seu dormitório, após entrar conjurou uma banheira de água e tirando a roupa entrou, sentiu o choque térmico que água fria causou ao tocar em seu corpo quente, começou a relaxar até que em um momento vago na mente lembrou-se que o primeiro dia de aula do ano letivo se iniciaria em menos de 24hs fazendo com que seu animo descaísse, lembrou-se que teria de aturar um monte de pivetes e não tão pivetes assim torrando sua tão escassa e preciosa paciência, que teria de passar noites em claro corrigindo trabalhos, que teria de suportar os intragáveis sabe-tudo, os quais têm a mania irritante de se achar melhores que os outros.
Capítulo V – O banquete de boas vindas.
Sophye, Hermione, Rony, Nathaly e Harry entraram no salão e não puderam deixar de reparar na decoração que estava realmente muito bonita, assentaram-se e esperaram a festa começar.
Faltando 15 minutos para a festa, Severus vestiu-se de sua típica e esvoaçante vestimenta preta e dirigiu-se para o salão onde aconteceria a o banquete de boas vindas e a cerimônia de separação dos alunos por casas. “-Já começo a me sentir esgotado e com dor de cabeça ao imaginar a algazarra que esses garotos vão fazer naquela festa.”- pensou ele. Seu desanimo duplicou de tamanho, quando ia se aproximando do salão e ouviu o pandemônio que vinha dali. “-Ai, que Merlin me dê forças pra sobreviver a esta festa.”
Quando a figura de preto abriu a porta, não se ouviu mais palavra, todos os olhos ali presentes contiveram-se nele. Sophye como todos os outros olhou para o homem, fitando-o com ar de pesar. Severus vasculhando cada misero milímetro do ambiente deteve os olhos na menina que como todos os outros encolheu-se em seu assento, em passos largos o homem dirigiu-se até a mesa que era reservada aos professores, sentou-se e conteve-se a somente observar.
Sophye escaneou cada milímetro do recinto e notou que a frente da mesa dos professores havia um banquinho com um chapéu em cima.
“-Pra que serve o banquinho e o chapéu?”- perguntou Sophey pra Hermione.
“-Bom, como você já sabe aqui eles separam os alunos por casas, esse é o chapéu seletor, é ele quem separa os alunos.
“-Como isso funciona?”- perguntou Sophye.
“-Minerva chama os alunos primeiranistas a frente, e um por um se senta no banco, quando você se senta ele coloca o chapéu na sua cabeça e o chapéu diz em qual casa você vai ficar.”
“-Pra qual casa você que ir?”- perguntou Hermione entusiasmada.
“-Pelo que minha mãe me disse a melhor casa para eu ficar é a casa da Grifinória, minha mãe disse que é a melhor casa pra mim, que a casa da Grifinória é a casa dos de bons de coração, corajosos e fieis, e é essa que eu quero ficar!”- disse Sophye com ar de confiança.
“-É a nossa casa, minha, do Rony, e do Harry, se o chapéu te mandar pra cá você pode dividir o dormitório comigo, você também Nathaly.”
“-Eu iria adorar Mione.”- disse Nathaly com um entusiasmo um pouco exagerado chamando a atenção da maioria presente ali.
“-Eu também ia gostar muito, obrigada.”- indagou Sophye com um sorriso nos lábios.
Severus apenas observava os alunos conversarem e sem que percebessem fixou o olhar em Sophye e começou a tentar distinguir o que o fazia se sentir inseguro e impotente, pois nem encarar um dementador frente a frente haviam o deixado daquele jeito.
Dumbledore levantando-se foi até a frente e chamando os primeiranistas começou seu discurso de boas vindas e a apresentação dos professores, após encerrar seu discurso Minerva McGonogall, professora de transfiguração, começou a cerimônia de separação dos alunos, foram todos até chegar a vez de Sophye, sentou-se no banco, Minerva colocou o chapéu em sua cabeça e logo o chapéu começou a falar.
“-Me parece que você é uma menina corajosa, tem bom coração, é leal e companheira, e vejo que você quer ir para Grifinória, então seja como quiser, Grifinória é sua casa.”- disse o chapéu.
Felicíssima Sophye desceu do banco e foi até a mesa que incumbia a sua casa, abraçando seus colegas.
Capítulo VI – O pedido de desculpas.
Severus já cansado despediu-se dos professores ali presentes e retirou-se indo para seus aposentos. Sophye conversava com seus amigos até que notou que Severus estava se retirando, pediu licença e foi até o professor que já se encontrava a porta. Ao se aproximar de Severus Sophye sentiu seu corpo tremer, suas mãos novamente começaram a suar, sentia seu coração batendo aceleradamente parecendo que ia sair do peito. Severus quando percebeu que a menina se aproximava começou a sentir a mesma sensação de insegurança e impotência que outrora sentia quando fixou o olhar na pequena figura de olhos azuis. Chovia bastante naquela noite e juntamente com o atenuado se seguia uma brisa frigida. Sem proteção alguma contra a aragem e o aguaceiro Sophye foi ao encontro do professor.
“-Ola professor Snape, err...... me desculpe pelo acontecido no corredor hoje de manhã, eu estava distraída e...”- nessa hora Severus a interrompeu.
“-Não precisa se desculpar, como a Srta. mesma disse foi um acidente.”- disse fitando a menina nos olhos. Sophye novamente tremeu ao ouvir a voz envolvente do mestre de poções.
“-Que bom que você ......desculpe-me, que o senhor não ficou com raiva de mim, estava muito inquieta quanto a essa questão, se o senhor havia guardado rancor.”- disse a menina aliviada. Severus notou um leve bater de queixo de Sophye por causa do frio então ofereceu sua capa à menina que tremia sobre seu corpo.
“-Guardo rancor apenas de quem fez por merecer, o que não é o seu caso....”- ele mesmo colocou a capa na garota ficando detrás da menina abrindo a capa para que ela colocasse os braços. Enquanto ajeitava a capa ficou tão próximo ao pescoço da garota que pode sentir o aroma doce e suave que derivava dos longos cabelos negros de Sophye, a menina por sua vez também pode sentir seu hálito bafejar-lhe a orelha e o calor do corpo do homem bem próximo ao dela. A respiração da menina foi aos poucos ficando mais fraca. O coração de Severus batia tão forte que parecia que ia explodir dentro do peito, respirava fundo tentando acalmar-se. O silêncio naquele momento era palpável, sem jeito e sem querer perder sua corriqueira postura de ser indiferente e seco com as palavras Severus perguntou de maneira seca o nome da menina. “-Qual seu nome?”- perguntou tentando sem sucesso esconder o constrangimento.
“-Sophye, Sophye Karttcher.”- Disse a menina ainda tentando voltar a respirar.
“-Hum, interessante, sua família é muito conhecida pelos seus conhecimentos em poções.”
“-É verdade! Minha mãe é mesmo muito boa pra mexer com poções, tem uma habilidade imensa.”
E assim seguiram conversando até que notaram que estavam já a frente do salão comunal da Sonserina, Severus despediu-se da garota e foi para seus aposentos, Sophye esquecendo de lhe entregar a capa também se retirou indo para o quarto que dividira com as 2 amigas.
Ao chegar no quarto viu que Hermione e Nathaly a esperavam. As duas garotas fitando a menina que estava sentada a beira de sua cama, notaram que a mesma estava vestida com uma capa preta, mesmo já sabendo de quem era a capa perguntaram.
“-Sophye onde você estava, e de quem é essa capa?”- perguntou Hermione com um ar matreiro.
“-Pois é, também é o que eu quero saber, saiu com o professor naquele dilúvio sem dizer nada e não voltou mais!”- adicionou Nathaly com um olhar buliçoso.
“-Eu fui me desculpar pelo acidente de hoje cedo, daí comecei a sentir frio e ele me ofereceu sua capa, quando nos despedimos ele não se lembrou de pegar a capa comigo e nem eu me lembrei de entregar, satisfeitas?”- disse Sophye com ar de reprovação.
“-Ok, calma, estávamos apenas perguntando.”- disseram as duas com um pequeno ar intragável.
Após encerrar a conversa trocou de roupa e ao tirar a capa lhe veio o perfume dele que estava contido naquela veste preta, era um perfume ligeiramente madeirado, perfume extremamente masculino, sentiu um calor súbito pelo corpo, respirou fundo contou até 10 e conseguiu voltar a si. Deitou-se com o aroma dele ainda em suas narinas e começou a ponderar o que havia naquele homem pra fazer seu coração acelerar daquele jeito, afinal, ele era o carrasco da escola, era conhecido por ser seco, sarcástico e muita das vezes até sem modos, fora o fato de ele ser bem mais velho que ela. Nathaly e Hermione já estavam dormindo e Sophye ainda pensava, mas como todos os outros se deixou levar pelo sono.
Severus ao chegar em seu dormitório conjurou um feitiço que havia criado para destrancar a porta, entrou trocou de roupa, deitou-se em sua cama e ficou refletindo, como ele podia se sentir assim por uma figura tão miúda como ela, que não tinha nem idade, no aroma agradável que vinha de seus cabelos, até ser tomado pelo cansaço.
Na manhã do dia seguinte Sophye levantou-se escovou os dentes, vestiu-se adequadamente, penteou os cabelos, pegou a capa que pertencia a Severus e dirigiu-se para o salão principal, Severus levantou-se, tomou seu costumeiro banho, vestiu sua costumeira vestimenta, mas começou a sentir falta de sua capa, a procurou até se lembrar que à havia emprestado para Sophye, pegou sua varinha que jazia sobre a mesa em seu quarto e também dirigiu-se para o salão. Enquanto seguia pelos corredores de Hogwarts indo em direção ao grande salão, pensava nos quão belos eram os olhos da garota, mas dispersou esses pensamentos com um ligeiro balançar de cabeça. Após ter chegado no grande salão Severus vasculhou o ambiente a fim de achar Sophye que por sinal já estava presente e assentada na mesa que condizia a sua casa.
A menina levantou-se e foi em direção ao professor para lhe entregar a capa. Como já era de costume quando ele entrou todos os olhares se voltaram ao homem que ficou parado na porta escaneando o ambiente como se procurasse alguém ou algo. Ao ter se achegado ao professor gentilmente a menina lhe entregando a capa agradeceu com um doce sorriso nos lábios e os olhos cheios de ternura.
“-Muito obrigada por ter me emprestado sua capa professor, ela me foi de grande serventia.”- disse a menina com os olhos afetuosos em relação ao homem que estava a sua frente.
Severus imediatamente ficou avermelhado e sem jeito por ter todos os olhos presenciando aquela cena, olhou a menina nos olhos, sentindo-se estranhamente incomodado outra vez, pois só agora notara quão belos eram seus lábios que por sinal estavam avermelhados contrastando com sua pele banca e delicada. Ficou por um tempo sem reação, agradeceu pegou a capa e assentiu com a cabeça. Dirigiu-se para sua cadeira de praxe vestindo a capa que havia emprestado a menina, notou que em sua capa havia um agradável aroma, um aroma feminino, ligeiramente doce como se sua capa tivesse tocado delicadamente um corpo perfumado e colhido seu perfume.
Ainda extasiado com o perfume que sentia, assentou-se em sua cadeira com a atenção totalmente voltada para o aroma da capa. Minerva abismada com a cena começou a fazer perguntas para saber o que a garota fazia com a capa do mestre de poções, pois viu a menina sair logo após o professor na noite anterior.
“-Severus, o que a Srta. Karttcher fazia com sua capa?”- perguntou minerva com olhos interrogantes.
“-Eu a emprestei a ela, ontem estava congelando lá fora e chovia muito, a menina estava sem agasalho e batia queixo por causa do vento frio. Então lhe emprestei minha capa e tanto eu como ela nos esquecemos e a capa acabou ficando com a garota.”- disse ele olhando apenas com o canto dos olhos para a mulher que parecia não acreditar que ele seria capaz de tal gentileza.
“-Me desculpe a indiscrição, mas o que ela queria com o você.”- perguntou Minerva. Severus totalmente descontente com a curiosidade da professora de transfiguração responde com ar de reprovação.
“-Ela queria se desculpar pelo acidente que nos ocorrera ontem de manhã no corredor.”- disse com um ar de insatisfação que deu-se a entender que não estava gostando do interrogatório logo de pela manhã.
Minerva calou-se virando para Gilderoy pedindo para que lhe contasse mais uma de suas histórias estapafúrdias.
Quando Sophye retornou a mesa o mesmo se ocorreu da parte dos meninos, os dois Harry e Rony.
“-O que você estava fazendo com a capa do professor?”- perguntou Harry ainda sem entender o que havia acontecido.
“-É, o que foi aquilo, você sorriu pra ele e ele te agradeceu?”- interrogou Rony pasmado com a cena.
“-Ele me emprestou, lá fora estava chovendo e fazendo muito frio, comecei a bater queixo, pois não estava devidamente agasalhada então ele me emprestou sua capa para me aquecer. Nossa o jeito que vocês falam dele dá-se a pensar que ele é um monstro!”
“-E não é?!”- retrucou Rony.
“-Não, bom pelo menos não comigo.”- disse ela pensando na conversa agradável que teve ontem com ele.
“-Só se for com você, pois com o resto ele é totalmente intransigente!”- disse Harry fitando Severus que continuava seu café tranquilamente.
“-Nossa ele foi tão gentil e educado comigo ontem, nem parece esse carrasco que vocês estão falando.”
“-Pois acredite, ele é!”- completou Hermione.
Severus já cansado despediu-se dos professores ali presentes e retirou-se indo para seus aposentos. Sophye conversava com seus amigos até que notou que Severus estava se retirando, pediu licença e foi até o professor que já se encontrava a porta. Ao se aproximar de Severus Sophye sentiu seu corpo tremer, suas mãos novamente começaram a suar, sentia seu coração batendo aceleradamente parecendo que ia sair do peito. Severus quando percebeu que a menina se aproximava começou a sentir a mesma sensação de insegurança e impotência que outrora sentia quando fixou o olhar na pequena figura de olhos azuis. Chovia bastante naquela noite e juntamente com o atenuado se seguia uma brisa frigida. Sem proteção alguma contra a aragem e o aguaceiro Sophye foi ao encontro do professor.
“-Ola professor Snape, err...... me desculpe pelo acontecido no corredor hoje de manhã, eu estava distraída e...”- nessa hora Severus a interrompeu.
“-Não precisa se desculpar, como a Srta. mesma disse foi um acidente.”- disse fitando a menina nos olhos. Sophye novamente tremeu ao ouvir a voz envolvente do mestre de poções.
“-Que bom que você ......desculpe-me, que o senhor não ficou com raiva de mim, estava muito inquieta quanto a essa questão, se o senhor havia guardado rancor.”- disse a menina aliviada. Severus notou um leve bater de queixo de Sophye por causa do frio então ofereceu sua capa à menina que tremia sobre seu corpo.
“-Guardo rancor apenas de quem fez por merecer, o que não é o seu caso....”- ele mesmo colocou a capa na garota ficando detrás da menina abrindo a capa para que ela colocasse os braços. Enquanto ajeitava a capa ficou tão próximo ao pescoço da garota que pode sentir o aroma doce e suave que derivava dos longos cabelos negros de Sophye, a menina por sua vez também pode sentir seu hálito bafejar-lhe a orelha e o calor do corpo do homem bem próximo ao dela. A respiração da menina foi aos poucos ficando mais fraca. O coração de Severus batia tão forte que parecia que ia explodir dentro do peito, respirava fundo tentando acalmar-se. O silêncio naquele momento era palpável, sem jeito e sem querer perder sua corriqueira postura de ser indiferente e seco com as palavras Severus perguntou de maneira seca o nome da menina. “-Qual seu nome?”- perguntou tentando sem sucesso esconder o constrangimento.
“-Sophye, Sophye Karttcher.”- Disse a menina ainda tentando voltar a respirar.
“-Hum, interessante, sua família é muito conhecida pelos seus conhecimentos em poções.”
“-É verdade! Minha mãe é mesmo muito boa pra mexer com poções, tem uma habilidade imensa.”
E assim seguiram conversando até que notaram que estavam já a frente do salão comunal da Sonserina, Severus despediu-se da garota e foi para seus aposentos, Sophye esquecendo de lhe entregar a capa também se retirou indo para o quarto que dividira com as 2 amigas.
Ao chegar no quarto viu que Hermione e Nathaly a esperavam. As duas garotas fitando a menina que estava sentada a beira de sua cama, notaram que a mesma estava vestida com uma capa preta, mesmo já sabendo de quem era a capa perguntaram.
“-Sophye onde você estava, e de quem é essa capa?”- perguntou Hermione com um ar matreiro.
“-Pois é, também é o que eu quero saber, saiu com o professor naquele dilúvio sem dizer nada e não voltou mais!”- adicionou Nathaly com um olhar buliçoso.
“-Eu fui me desculpar pelo acidente de hoje cedo, daí comecei a sentir frio e ele me ofereceu sua capa, quando nos despedimos ele não se lembrou de pegar a capa comigo e nem eu me lembrei de entregar, satisfeitas?”- disse Sophye com ar de reprovação.
“-Ok, calma, estávamos apenas perguntando.”- disseram as duas com um pequeno ar intragável.
Após encerrar a conversa trocou de roupa e ao tirar a capa lhe veio o perfume dele que estava contido naquela veste preta, era um perfume ligeiramente madeirado, perfume extremamente masculino, sentiu um calor súbito pelo corpo, respirou fundo contou até 10 e conseguiu voltar a si. Deitou-se com o aroma dele ainda em suas narinas e começou a ponderar o que havia naquele homem pra fazer seu coração acelerar daquele jeito, afinal, ele era o carrasco da escola, era conhecido por ser seco, sarcástico e muita das vezes até sem modos, fora o fato de ele ser bem mais velho que ela. Nathaly e Hermione já estavam dormindo e Sophye ainda pensava, mas como todos os outros se deixou levar pelo sono.
Severus ao chegar em seu dormitório conjurou um feitiço que havia criado para destrancar a porta, entrou trocou de roupa, deitou-se em sua cama e ficou refletindo, como ele podia se sentir assim por uma figura tão miúda como ela, que não tinha nem idade, no aroma agradável que vinha de seus cabelos, até ser tomado pelo cansaço.
Na manhã do dia seguinte Sophye levantou-se escovou os dentes, vestiu-se adequadamente, penteou os cabelos, pegou a capa que pertencia a Severus e dirigiu-se para o salão principal, Severus levantou-se, tomou seu costumeiro banho, vestiu sua costumeira vestimenta, mas começou a sentir falta de sua capa, a procurou até se lembrar que à havia emprestado para Sophye, pegou sua varinha que jazia sobre a mesa em seu quarto e também dirigiu-se para o salão. Enquanto seguia pelos corredores de Hogwarts indo em direção ao grande salão, pensava nos quão belos eram os olhos da garota, mas dispersou esses pensamentos com um ligeiro balançar de cabeça. Após ter chegado no grande salão Severus vasculhou o ambiente a fim de achar Sophye que por sinal já estava presente e assentada na mesa que condizia a sua casa.
A menina levantou-se e foi em direção ao professor para lhe entregar a capa. Como já era de costume quando ele entrou todos os olhares se voltaram ao homem que ficou parado na porta escaneando o ambiente como se procurasse alguém ou algo. Ao ter se achegado ao professor gentilmente a menina lhe entregando a capa agradeceu com um doce sorriso nos lábios e os olhos cheios de ternura.
“-Muito obrigada por ter me emprestado sua capa professor, ela me foi de grande serventia.”- disse a menina com os olhos afetuosos em relação ao homem que estava a sua frente.
Severus imediatamente ficou avermelhado e sem jeito por ter todos os olhos presenciando aquela cena, olhou a menina nos olhos, sentindo-se estranhamente incomodado outra vez, pois só agora notara quão belos eram seus lábios que por sinal estavam avermelhados contrastando com sua pele banca e delicada. Ficou por um tempo sem reação, agradeceu pegou a capa e assentiu com a cabeça. Dirigiu-se para sua cadeira de praxe vestindo a capa que havia emprestado a menina, notou que em sua capa havia um agradável aroma, um aroma feminino, ligeiramente doce como se sua capa tivesse tocado delicadamente um corpo perfumado e colhido seu perfume.
Ainda extasiado com o perfume que sentia, assentou-se em sua cadeira com a atenção totalmente voltada para o aroma da capa. Minerva abismada com a cena começou a fazer perguntas para saber o que a garota fazia com a capa do mestre de poções, pois viu a menina sair logo após o professor na noite anterior.
“-Severus, o que a Srta. Karttcher fazia com sua capa?”- perguntou minerva com olhos interrogantes.
“-Eu a emprestei a ela, ontem estava congelando lá fora e chovia muito, a menina estava sem agasalho e batia queixo por causa do vento frio. Então lhe emprestei minha capa e tanto eu como ela nos esquecemos e a capa acabou ficando com a garota.”- disse ele olhando apenas com o canto dos olhos para a mulher que parecia não acreditar que ele seria capaz de tal gentileza.
“-Me desculpe a indiscrição, mas o que ela queria com o você.”- perguntou Minerva. Severus totalmente descontente com a curiosidade da professora de transfiguração responde com ar de reprovação.
“-Ela queria se desculpar pelo acidente que nos ocorrera ontem de manhã no corredor.”- disse com um ar de insatisfação que deu-se a entender que não estava gostando do interrogatório logo de pela manhã.
Minerva calou-se virando para Gilderoy pedindo para que lhe contasse mais uma de suas histórias estapafúrdias.
Quando Sophye retornou a mesa o mesmo se ocorreu da parte dos meninos, os dois Harry e Rony.
“-O que você estava fazendo com a capa do professor?”- perguntou Harry ainda sem entender o que havia acontecido.
“-É, o que foi aquilo, você sorriu pra ele e ele te agradeceu?”- interrogou Rony pasmado com a cena.
“-Ele me emprestou, lá fora estava chovendo e fazendo muito frio, comecei a bater queixo, pois não estava devidamente agasalhada então ele me emprestou sua capa para me aquecer. Nossa o jeito que vocês falam dele dá-se a pensar que ele é um monstro!”
“-E não é?!”- retrucou Rony.
“-Não, bom pelo menos não comigo.”- disse ela pensando na conversa agradável que teve ontem com ele.
“-Só se for com você, pois com o resto ele é totalmente intransigente!”- disse Harry fitando Severus que continuava seu café tranquilamente.
“-Nossa ele foi tão gentil e educado comigo ontem, nem parece esse carrasco que vocês estão falando.”
“-Pois acredite, ele é!”- completou Hermione.
Mais um capítulo fresquinho, e dessa vez não me atrasei pra postar.....espero que apreciem.....; ]....esse tá HOT!!!!